São gritos que surgem da ventania carregando folhas violentas
Proteger os olhos da poeira adentrar na alma
Tapar os ouvidos do intenso silfo da ventania dizendo asneiras
Virar-se de costas contra essa onda que te carrega
Negar a ver que isso vai desabar sobre você cheio de irá
Enfrentar o que não se pode ver, sabendo que o ponto fraco disso é não crer
Ver pela rachadura da muralha, uma luz intensa a brilhar, esperando para iluminar
O lado confuso da parede que foi posta entre a paz e a consciência.
L.H.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Confusão...?
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