Sua fera rugiu e um riso sombrio ecoou pelo local "Minhas palavras serão profetizadas. Ganho ou perda. Ja foi decidido"
A minha pequena sentada em meu ombro tocou minha bochecha "Ele não mente. Você também viu o mesmo"
Virei para o cara ao meu lado e estiquei o dedo em direção ao seu companheiro a frente. O mesmo caminhou até seu companheiro, olharem-se. Estalei um dos dedos e o que estava controlado por mim tomou consciência.
Guardei a foice, virei as costas e segui para longe "Vitória ou Derrota, não haverão mortos. Desnecessário"
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Confronto! Parte II
Pensares...
Caia sem afundar
Se afogue com
Vontade
Emergir todas as bolhas de
Sonho
Desfazendo em liberdade de
Conquista
Abrace e beije a
Determinação
L.H.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Coisas que fiz...
As vezes tenho uma leve corrente de pensamento
Eu fiz coisas por aqueles que eu amei
Eles retribuiram mas nunca acertaram o meu gosto
Sera que eh tao dificil de agradar outra pessoa?
Ou eu quem sou tao dificil a se deixar deslumbrar do que podem me oferecer
Devo me adaptar a cada um, assim como fazem comigo
Alias, cada um tem uma forma de agradar
E eu uma forma de aceitar
Positiva seja ela vinda de coraçao
Negativa seja ela por desejo.
L.H.
domingo, 25 de maio de 2014
Confronto! Parte I
Adiante estavam os quatro parados "O fim de sua existência abala o elo. Venceremos"
Mantive os olhos fixos enquanto segurava a foice com uma das mãos. Com um único impulso, alcancei o mais alto e distraído dos adversários. Olhei em seus olhos e ao nosso redor a escuridão tomou conta.
Apareci atrás dele, sussurrei em seu ouvido e desapareci, logo o cenário tomou sua atmosfera normal.
Caminhei até o inimigo de estatura média e rapidamente ele partiu para cima empunhando uma faca em direção ao meu pescoço. Ergui o cabo da foice e detíve, instantes depois o adversário alto pegou o médio pelo pescoço o atirando longe. Ambos começaram lutar, quando um deles disse "Não se deixe levar por ele, ele persuade" mas não ouve sucesso, recebendo um soco que o apagou.
Um dos inimigos mais frágeis e inocentes tremeu seu corpo ao ver que eu o olhava diretamente no coração. Pousei um dedo sobre seu peito "Engana a ti. Não a mim" aproximei o corpo, toquei o queixo e discretamente puxei sua pele, revelando uma pele abaixo.
Tracei com o dedo seu pescoço, cheguei por trás de seu corpo, toquei o topo da lateral de sua cabeça e a outra mão mais abaixo, ambas giraram sua cabeça como uma engrenagem. Deixei a deslizar pelo chão.
O grandão parou ao meu lado com seus olhos enevoados. Olhei ao fundo e vi o maiores deles e mais sombrio que montava uma criatura sem rosto e de forma bizarra.
Girei a foice no ar e pousei ao meu lado e encostei a cabeça sobre ela "Que me dê gosto"...